quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

domingo, 31 de janeiro de 2010

Super criatividade!




Acho mais piada do que um que anda aí e acaba num carro....

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Brutal!

O palhaço

O palhaço

2009-12-14

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Uma pérola rara

Não resisto em reproduzir aqui esta pérola rara do jornalismo tuga (se é que tal coisa existe) do Henrique Raposo do Expresso. Imagino que este rapaz não deve ir muito longe na carreira porque alguém irá seguramente tratar de o calar. Pois bem, finalmente leio uma peça com a qual me identifico completamente e que de mau, só tem o facto de não ter sido escrita por mim, porque, infelizmente, eu não sou capaz de escrever dessa forma clara e concisa. Parabéns! Cá segue o artigo.
" O REGIME QUE MORREU TRÊS VEZES

O regime morreu. A III República portuguesa está morta. Ainda ninguém levantou o corpo, porque as certidões de óbito - em política - demoram a chegar. E, neste caso, estamos a falar de três certidões, ou seja, vivemos num regime que morreu três vezes.

A primeira morte é económica. O modelo socialista/social-democrata/democrata-cristão, centrado na caridade do Estado e na subalternização do indivíduo, está falido, e brinda-nos com recessões de quatro em quatro anos. Basta ler "O Dever da Verdade" (Dom Quixote), de Medina Carreira e Ricardo Costa, para percebermos que o nosso Estado é, na verdade, a nossa forca. Através das prestações sociais e das despesas com pessoal, o Estado consome aquilo que a sociedade produz. Estas despesas, alimentadas pela teatralidade dos 'direitos adquiridos', estão a afundar Portugal. Eu sei que esta verdade é um sapo ideológico que a maioria dos portugueses recusa engolir. Mas, mais cedo ou mais tarde, o país vai perceber que os 'direitos adquiridos' constituem um terço dos pregos do caixão da III República.

A segunda morte é institucional. Como já aqui escrevi várias vezes, Portugal não tem um regime político com freios e contrapesos. O partido da maioria, seja ele qual for, controla todas as instituições do regime; vivemos numa espécie de 'ditadura conjuntural' do partido da maioria. Por outro lado, Portugal é um Estado de direito falhado: a nossa Justiça é um embaraço confrangedor. A geração que está no poder construiu a democracia. Cabe à minha geração edificar o Estado de direito.

A terceira morte é partidária. O nosso sistema partidário tem a vitalidade de um zombie, pois não responde às necessidades da sociedade. Porquê? Ora, porque os partidos portugueses representam os interesses do Estado e não os interesses da sociedade. Portugal precisa de reformas que emagreçam o Estado, mas os partidos são os primeiros a recusar essas reformas. É natural: o emagrecimento do Estado significaria o fim de milhares e milhares de empregos para os boys.

A necessária dieta estatal passaria, por exemplo, pela reforma do mapa autárquico. A actual arquitectura do poder local assenta em pilares arcaicos. Em 2009, é simplesmente ridículo vermos o país dividido em 4251 freguesias e 308 municípios. Como é que um país tão pequeno está esquartejado desta forma? Esta situação chega a ser caricata, mas os partidos nunca executarão mudanças no mapa autárquico. É fácil perceber porquê: com menos câmaras e freguesias, as matilhas de caciques seriam obrigadas a sair do quentinho partidário e a procurar trabalho no frio da vida real. Enfim, a III República está bloqueada. Os actores que deveriam ser as alavancas legítimas das reformas - os partidos - são os primeiros a dizer 'não' às ditas reformas.

Para esconder as três mortes do regime, os partidos inventaram um mecanismo de defesa: o folclore fracturante. A actual conversa sobre o casamento gay é só mais uma forma de adiar a chegada do médico legista da III República, o regime que morreu três vezes.

Henrique Raposo"

sábado, 2 de janeiro de 2010

sábado, 26 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1 Dezembro 2009


Não deixa de ser irónico que a gente perca a nossa independência na precisa data em que celebramos a recuperação da mesma.
Hoje entra em vigor o tratado de Lisboa, aquele que vem dar início ao fim das nações europeias. A União Europeia é agora um país e nós um estado dessa federação. Porreiro pá!
A Nova Ordem Mundial está a construir-se aos poucos...

Porreiro Pá!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

Boom

Boom Festival Web TV Showreel from Boom Festival on Vimeo.


Em 2010 está de regresso aquele que, para mim, é o festival mais emblemático do nosso país.

sábado, 24 de outubro de 2009

A cores

Agora há mais cor....

Blogue versão 2.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Coisas que tenho para Vender

1 - PC portátil SONY VAIO VGN-FZ21M

1 - PC de secretária completo, Pentium IV com monitor TFT de 15''

1 - PC Media Center Clasus DualCore (sem monitor) com tudo, desde plca TV a comando à distância.

1 - Router ADSL Conceptronic

1 - Router ADSL ASUS (com antena booster)

1 - Impressora cores EPSON

1 - Bateria YAMAHA Power V (sem pratos)

1 - Bateria SONOR 2005 (sem pratos)

2 - Web cam (uma delas só dá no xp)

1 - Aparelhagem micro Thomson CD+Radio 2.1 (2 satélites + sub + comando)

1 - Placa PC interna receptor de satélite SkySAT pro 2

1 - Placa Audio semi pro 8 in 8 out ASIO Terratec 88MT (1 placa interna + módulo externo)

Está tudo a funcionar em plenas condições.

Interessados peçam detalhes

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Acabou o Circo

É meia noite e vinte seis minutos. Há portanto quase meia hora que acabou o circo da campanha eleitoral para a assembleia mas faltam 3 dias para começar um outro circo ainda mais castiço. De qualquer forma, pessoalmente, acho que esta foi a pior campanha eleitoral a que já assisti. No meio dos podres, dos TGVs e das pontes, não se discutiu nada de interessante, ou que realmente interesse. Só show, só propaganda, alguma mais encoberta que outra mas todas com a bela da manipulação dos MÉRDIAS que não falharam e, como bem convém, prestaram serviços à esquerda e à direita. Para os mais desatentos, alerto para as belas das campanhas governamentais aparentemente inócuas. Sim porque eu e as minha teorias da conspiração não pudemos deixar de notar, por exemplo, a utilidade e pertinência da campanha televisiva do cheque dentista, entre outras. Realmente, o orçamento destinado à promoção televisiva é altamente justificada. Os garotos abrangidos por essa medida são contactados directamente pelas escolas que estão encarregues de gerir o processo. Logo, a campanha destina-se a quem? A informar os pais? Alertar os garotos? Não, claro que não, destina-se a PUBLICITAR UMA MEDIA DO GOVERNO PARA A POPULAÇÃO EM GERAL QUE VAI VOTAR DOMINGO. So fuckin simple. E há outras, muitas outras. A isto chama-se propaganda e, pessoalmente, não gosto. Sei que o PS vai ganhar mas, embora não seja crente, rezo para que não tenham a maioria e para que este seja o primeiro dos últimos dias deste governo e do seu líder da treta. Tenho dito!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

domingo, 13 de setembro de 2009

Abertura Oficial da Caça ao Voto


Este dia 13 marca a abertura oficial da primeira época de caça, a caça ao voto na categoria caça grossa, para peças que cabem em grandes tachos. Logo a seguir há-de arrancar a segunda época, dedicada às espécies que cabem em tacho e panelas de dimensões mais reduzidas (embora as haja de tamanho considerável). Seja como for, a partir de hoje vamos ter cerca de um mês de circo durante o qual o país está em modo “stand-by”.
No fim, dá-me ideia que sairemos todos a perder, mas pronto, isso sou eu com o meu mau feitio.

sábado, 5 de setembro de 2009